Um dos principais objetivos dos Jardins Botânicos é a preservação da flora e no Jardim Botânico de Rio do Sul elas ocorrem de duas formas: in-situ, ou seja, através da preservação das espécies em seus ambientes e habitats naturais, e ex-situ, através de coleções botânicas organizadas.
As coleções já implantadas são principalmente as espécies arbóreas, organizadas em grupos temáticos diversos, além de espécies de cactos e suculentas, espécies epífitas das famílias Bromeliaceae e Orchidaceae.
Projeto elaborado pela UNIDAVI e Associação Ambientalista Pimentão, com recursos da FAPESC, que busca sensibilizar o público para a importância das plantas através da sua diversidade funcional.
Estão em andamento os seguintes levantamentos:
biodiversidade vegetal, sobretudo das espécies arbóreas;
biodiversidade da fauna, iniciado pelo grupo dos répteis e anfíbios.
Introdução de colmeias de abelhas nativas sem ferrão, importantes aliadas na polinização de diversas espécies vegetais.
A observação e registro da avifauna local além de ser uma atividade que envolve lazer e conexão real com a natureza, ainda pode fornecer informações valiosas para a ciência!
Só neste ano foram observadas no Jardim Botânico duas espécies de aves que não possuíam registro em Rio do Sul: a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus) e o flautim (Schiffornis virescens).